AIR PROVISIONS

the waters from the inside out

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Instructions

1- take a plastic bag
2- fill the bag with your air
3- turn the bag to not let the air escape
4- Tie the bag with the red cord
5- deposit the air bag inside the textile structure

Instruções

1- pegue uma bolsa de plástico
2- encha a bolsa com seu ar
3- gire a bolsa para não deixar o ar escapar
4- amarre a bolsa com o cordão vermelho
5- deposite a bolsa de ar dentro da estrutura têxtil


"Air provisions. Waters from the inside out" is an interactive installation that starts from the process of exploring water as a connecting element and trigger of intimate senses and sensations that inhabit our memories. To think about the waters we carry within us and how these waters transform and transform us. We carry these liquids in our bodies, we are submerged in fluids that we expel from our body and transform into other elements. To think of our first home, a home-body, inside the body of another being where our air was water. Water as a place to breathe and in the sense of breathing.

It was in this meeting place between water and air that this path arises for the activation of senses, sensations and perceptions to establish connections. A being in between that was developed from the ethereal, from the undefined, from a private and intimate world in contact with the multiple, broad and infinite outside of the possibilities.
The idea was to use layers and fabric overlays, to create an etheric and floating body, a place of refuge and warmth where each visitor can deposit, or donate, a little of their air, trapped inside plastic bags and can deposit inside. of this body.

A body with openings, entrances and escapes, without defined demarcations, which is a shelter for breathing and can wander with its interior filled with droplets from all of us. A breath in parts that forms the whole of water droplets.

Provisões de ar. As águas de dentro para fora é uma instalação interativa que parte do processo de explorar a água como um elemento conector e disparador de sentidos e sensações íntimas e que habitam  nossas lembranças. Pensar nas águas que levamos em nosso interior e em como essas águas se transformam e nos transformam. Carregamos em nossos corpos esses líquidos, estamos submersos em fluídos que expelimos do nosso corpo e transformamos em outros elementos. Pensar na nossa primeira casa, um corpo-casa, dentro do corpo de outro ser onde nosso ar era água. A água como lugar de respiro e no sentido de respirar.

Foi neste lugar de encontro entre água e ar que surge este caminho para a ativação de sentidos, sensações e percepções para estabelecer conexões. Um estar entre que foi se elaborando a partir do etéreo, do não definido, de um mundo particular e íntimo em contato com o exterior múltiplo, amplo e infinito quanto as possibilidades.
A ideia foi utilizar usar camadas e sobreposições de tecidos, para criar um corpo etério e flutuante, um lugar de refúgios e aconchego onde cada visitante possa depositar, ou doar, um pouco de seu ar, preso dentro de saquinhos plásticos e possa depositar no interior deste corpo.

Um corpo com aberturas, entradas e escapes, sem demarcações definidas, que seja abrigo de respiros e possa flanar com seu interior preenchido com gotículas de todes nós. Um respirar em partes que forma o todo de gotículas de água. 

Mônica Lóss© All rights reserved.
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